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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Wesley farpa vence última etapa do PG Skateboards Overal Style


Wesley Farpa, categoria amadora, venceu a quarta e última etapa do Circuito Praia Grande Skateboards Overal Style (estilo de rua). Completaram o pódio Samir Rogério, Igor Dalchal, Marcelo Amorim e Davi Ferreira. A disputa, realizada no domingo (17), ocorreu na pista do Espaço Alvorada (Bairro Quietude). Mais de 50 competidores participaram desta etapa.

Na categoria mirim (13 e 14 anos), título para Danilo Vermont. Na sequência terminaram Guilherme Novaes, Lucas Camargo, Igor Araújo e Victor Philipe. Na iniciante (até 12 anos), Kevin Jonathan ficou com a medalha de ouro. Depois acabaram Ruimar Passaroto, Danilo Silva, Jonathan dos Santos e Luiz Gustavo. Na feminina, primeiros lugares para Isabele Meneses, Gabriele Silva, Claudilene dos Santos, Thaís Dias e Geovana Nataly.

Ranking final – Com a somatória dos pontos obtidos pelos atletas, em cada uma das etapas do evento, definiram-se os campeões do Circuito Praia Grande Skateboards Overal Style 2010. O certame regido pelas Associações de Esportes Radicais e Ecoturismo (Assereco) e Skatistas de Praia Grande (ASKPG), teve apoio da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel). Outras informações podem ser obtidas no endereço eletrônico da Assereco www.skateboardspraiagrande.blogspot.com.

Confira o ranking final da competição:

Categorria Mirim:

1º Guilherme Novaes

2º Lucas Camargo

3º Igor Araújo

4º Wacson Massa

5º Danilo Varmount

Categoria Feminino:

1º Isabele Menezes

2º Claudilene dos Santos

3º Lilian Veronica

4º Jasmin Camille

5º Thais Dias

Categoria Iniciante:

1º Kevin Jonathan

2º Ricardo Barbosa

3º Jonathan Santos

4º Ruimar Passaroto

5º Douglas Silveira

Categoria Amador:

1º Wesley Farpa

2º Davi Ferreira

3º Igor Dalchal

4º Igor Daniel

5º Bruno Coutinho

Etapas – Em setembro, na terceira etapa do Circuito PG Skateboards Overal Style, (Rua Paraíba, s/nº, Bairro Boqueirão) na categoria amadora, título para Igor Dalchal. Depois terminaram Wesley Farpa e Régis Oliveira. Na feminina, ouro para Jasmim Camille. Na seqüência acabaram Isabele Menezes e Camila Rosseto. Na iniciante, Kevin Jonathan foi o melhor. Douglas Silveira e Luis Fernando Santana completaram o pódio. Na mirim, Gabriel Fortunato faturou. Wacson Mass e Lucas Camargo garantiram medalhas de prata e bronze.

Em agosto, na segunda etapa, na pista do Bairro Samambaia, na amadora, vitória de Wesley Farpa. Rafael Ramos e Bruno Santos completaram o pódio. Na mirim, Na mirim, medalha de ouro para Wacson Massa. Prata e bronze para Gulherme Novaes e Igor Araújo. Na iniciante, vitória de Vitor Cardoso. Na sequência ficaram Kevin Jonathan e Jair Amaral. Na feminina, título para Claudilene dos Santos. Nas segunda e terceira colocações acabaram Isa Mendes e Natália da Silva.

Em julho, na fase inicial, na pista do Bairro Ocian, na categoria amadora, Igor Daniel ficou com o primeiro lugar. Marcelo Dias e Alexandre Oliveira completaram o pódio. Na feminina, Lílian Verônica, Isa Mendez e Vitória Lima ficaram com os três primeiros lugares. Na mirim, título para Gustavo Henrique. Depois ficaram João Vitor e Felipe Ferreira. Na iniciante, Jefferson  Silva sagrou-se campeão. Eduardo Pietro assegurou a medalha de prata e Glauber Santos o terceiro lugar.

Fonte: Prefeitura de Praia Grande.

Esporte e Meio Ambiente


Esportes e Natureza

Esporte, aventura e meio ambiente. Esta é a combinação perfeita para os que procuram emoções extremas sem ter que apelar para as formas mais perigosas e artificiais que existem em todos os cantos. Neste caminho encontram-se os Esportes de Aventura, que nada mais são do que uma redescoberta de esportes, técnicas e atividades praticadas por um pequeno número de pessoas até então no Brasil.
Com o aumento da oferta de equipamentos devido à abertura to tal às importações, esportes como o montanhismo, o vôo-livre, e o mergulho, entre várias outras atividades, tiveram um crescimento surpreendente nos últimos dez anos. Alavancados pelo aumento na oferta dos roteiros turísticos ambientais, que ganharam força nos anos 80, muita gente começou a ter contato com atividades antes restritas a pequenos grupos. Os clubes tradicionais de montanhismo e caminhadas, existentes desde o início do século XX no Brasil, são bons exemplos disto.

O turismo de aventura é um setor que ainda carece de números, mas alguns sinais indicam que a atividade está crescendo.

Não somente esportes de aventura, mas como todo esporte podemos sim envolver e conscientizar todos iniciantes, atletas amadores e profissionais na preservação do local onde praticam o esporte, sendo praias, quadras, pistas de skate, campos, trilhas...recolher o lixo que está ao redor, encaminhar ao local correto, fazer esse pequeno ato de cidadania e conscientização.


Preservação

Mas e a questão ambiental em toda esta história? O fato é que esportes de aventura e ecologia andam de mãos dadas, pois o meio ambiente é o grande astro, palco e cenário dessas modalidades. Nessa onda de aventuras, a segurança e o impacto ambiental que essas atividades envolvem preocupam órgãos oficiais, ONGs e empresas, e há movimentos em busca do estabelecimento de regras e padrões de qualidade dos serviços. É preciso questionar o impacto que os esportes de aventura podem ter nos ambientes onde são praticados, ou mesmo analisar o tão famoso jargão das propagandas em favor do ecoturismo, “conhecer para preservar”.

No aspecto mais amplo da preservação ambiental, o caminhar, escalar, descer e subir em cordas, nadar e praticar canoagem em um rio, saltar de um avião em queda livre, decolar de asa ou parapente, e muitas outras atividades, oferecem um impacto insignificante perto do que realmente faz a qualidade de vida diminuir a cada dia, ou seja, os desmatamentos, o tráfico de animais silvestres, a poluição dos rios e mares, a diminuição dos mananciais de água doce além do pouco caso com o compromisso de tratamento de esgoto e efluentes industriais.

Turismo e desenvolvimento

Qualquer afluxo de pessoas para uma determinada região pode trazer benefícios financeiros para o seu desenvolvimento. No turismo de aventura não é diferente, mas é exatamente neste ponto que se deve ter um critério e uma organização rígida e organizada, para conter abusos, especulações e principalmente problemas ambientais e sociais que geralmente este afluxo causa. É possível perceber que em muitas regiões onde houve desenvolvimento turístico não houve desenvolvimento social ou econômico – ou seja, a pobreza continua a mesma.

O que ocorreu nos anos 80 e 90 foi o fato de que muitas áreas visitadas por turistas ocasionais e descobertas por grupos de esportistas de aventura, de estudos e exploração - como, por exemplo, grupos e pessoas filiadas a SBE (Sociedade Brasileira de Espeleologia) - foram de fundamental importância para a criação de Parques Nacionais, Estaduais e reservas naturais.


Outro fato importante neste mesmo caminho é o fortalecimento da idéia de preservação e cuidados com Parques e Reservas já constituídos e que, em muitos casos, passavam por uma fase de “esquecimento” há algumas décadas atrás. É importante perceber que este esquecimento é terreno fértil para o aumento das invasões, desmatamentos e caças. O grande número de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) criadas nos últimos anos também surgiu por conta da crescente procura por atividades recreativas e esportivas em ambientes naturais.

Boas idéias

Hoje em dia os administradores dos Parques e demais localidades onde o número de visitantes aumentou consideravelmente, procuram soluções para organizar este afluxo crescente. Não é fácil fazê-lo, pois de um lado há o indivíduo que viajou uma grande distância, gastou dinheiro e tempo e quer ter liberdade no seu destino; e, do outro, há o dever de oferecer um bom serviço, orientação e principalmente de preservar o patrimônio natural. Várias soluções para este impasse estão sendo testadas, que vão desde o mais fácil - a proibição da entrada no parque - indo à controversa obrigatoriedade de guia até a “solução mágica” da privatização.

De qualquer forma é preciso lembrar que, além da função de oferecer lazer, um parque deve zelar principalmente pela sua preservação, podendo de fato e direito fazer tudo para que isso ocorra. Existem boas idéias já implementadas no mundo inteiro que podem contentar os dois lados e pedem esforços e cooperação de todos envolvidos, sem ter que apelar para o corporativismo ou ideais restritivos.

Algumas experiências apontam que o melhor caminho é a criação de um sistema que envolva uma maior fiscalização através da contratação de Guardas Parques, de preferência moradores da região depois de treinados, e um estudo para definição das cotas diárias máximas de visitantes. Mapeamento de trilhas livres e definição criteriosa e fiscalizada de áreas para camping se fazem necessários também. Em épocas de estiagem e grande número de visitantes, o trabalho de conscientização é fundamental e indispensável.
O turismo, o esporte e o meio ambiente só têm a ganhar com a força em conjunto e os turistas e esportistas também. Conhecer para preservar vai depender totalmente de quem leva pra conhecer e se quem vai, quer preservar. Uma solução unicamente cultural e de fiscalização.

"Faça sua parte e perceba a diferença."

"Pessoas conscientes tem Paz no Coração"

Thiago Bastos Chalaupka

Secretário Geral da ASSERECO

terça-feira, 5 de outubro de 2010

PG Skateboards Overal Style fecha circuito no Quietude

O Circuito PG Skateboards Overal Style (estilo de rua) de Praia Grande terá sua quarta e última etapa disputada no dia 17, a partir das 10 horas, na pista de skate do Espaço Alvorada (Avenida Ministro Marcos Freire, s/nº, Bairro Quietude). A inscrição custa um quilo de alimento não perecível, mais R$ 10,00, por competidor e pode ser feita no local, pouco antes do início da prova.

Serão disputadas as categorias feminina, amadora, iniciante (até 12 anos) e mirim (13 e 14). Em caso de chuva, adia-se a disputa. Outras informações podem ser obtidas no endereço eletrônico da Assereco www.skateboardspraiagrande.blogspot.com.

A pista do Espaço Alvorada conta com duas áreas distintas: uma aberta, para a prática do estilo street (obstáculos na rua) e outra um half-pipe (formato de "U") coberto. O certame regido pelas Associações de Esportes Radicais e Ecoturismo (Assereco) e Skatistas da Cidade (ASKPG), tem apoio da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel).

Etapas – Nas disputas já realizadas, sobrou emoção e manobras radicais nas pistas municipais. Em setembro, na terceira etapa do Circuito PG Skateboards Overal Style, (Rua Paraíba, s/nº, Bairro Boqueirão) na categoria amadora, título para Igor Dalchal. Depois terminaram Wesley Farpa e Régis Oliveira. Na feminina, ouro para Jasmim Camille. Na seqüência acabaram Isabele Menezes e Camila Rosseto.

Na iniciante, Kevin Jonathan foi o melhor. Douglas Silveira e Luis Fernando Santana completaram o pódio. Luís Gustavo, Ivaldo Araújo, Jonathan dos Santos e Ricardo Barbosa vieram a seguir. Na mirim, Gabriel Fortunato faturou. Wacson Mass e Lucas Camargo garantiram medalhas de prata e bronze. Fecharam a disputa Guilherme Novaes, Danielo Vermont, Igor Araújo e Allan Miranda.

Em agosto, na segunda etapa, na pista do Bairro Samambaia, na amadora, vitória de Wesley Farpa, Rafael Ramos e Bruno Santos completaram o pódio. Depois terminaram Flávio Rodrigo, Davi Ferreira (o Skilo), Rafael Chocolate e Rodrigo da Silva. Na iniciante, vitória de Vitor Cardoso. Na sequência ficaram Kevin Jonathan, Jair Amaral, Jonathan Santos, Ruimar Passaroto, Ricardo Barbosa e Glauber Frutuoso.

Em julho, na fase inicial, na pista do Bairro Ocian, na categoria amadora, Igor Daniel ficou com o primeiro lugar. Marcelo Dias e Alexandre Oliveira completaram o pódio. Na feminina, Lílian Verônica, Isa Mendez e Vitória Lima ficaram com os três primeiros lugares. Na mirim, título para Gustavo Henrique. Depois ficaram João Vitor e Felipe Ferreira. Na iniciante, Jefferson da Silva sagrou-se campeão. Eduardo Pietro assegurou a medalha de prata e Glauber Santos o terceiro lugar.

Fonte: Prefeitura de Praia Grande